Faz tempo que sou fã do trabalho da Björk e sempre achei, no mínimo, pitoresco o seu visual, timbre de voz e arranjos (sem contar o inglês quase incompreensível).
O seu primeiro álbum (Debut, 1993) é repleto de pérolas e as versões do álbum ao vivo dão uma roupagem tão nova para elas que soam quase inéditas.
A música deste post é do seu terceiro álbum, Homogenic de 1997, mas a versão abaixo é de um de seus álbuns ao vivo:
Badi Assad é outra que chama atenção pelo uso que consegue fazer da própria voz e pelos arranjos sofisticados (mesmo teno como base o violão).
Essa versão foi gravada no seu álbum Verde, de 2004:
(eu gosto desse ar grandiloqüente que vai crescendo e tomando conta do ambiente nas duas versões)
Uma das coisas mais femininas que conheci desde Amelie Poulain e Clarice Lispector.
PS: a respeito dessa última, a entrevista linkada acima foi data antes de sua morte, mas sob a condição de que só fosse publicada após sua morte.


